Proposta de operação de performance para a BR Med. Sair de uma operação no automático para uma aquisição que cresce no que converte, lead a lead, em cada canal.
Operador em manutenção há anos, subaproveitado, sem ninguém puxando estratégia.
Não devolve conversão nem mostra a distribuição de lead por canal.
Sabe que veio do Google, mas perde o rastro: jornada, qualidade, o que virou cliente.
Verba e painel ativos, mas sem mão sênior puxando o que os números pedem. A conta não evolui.
O pago converte 5,9% contra 1,7% do orgânico, com uma fração do tráfego e da verba. Escalar o canal que já converte melhor é dinheiro na mesa.
O painel mostra clique e lead por canal. Falta o elo: lead virar cliente e receita, lá no CRM.
Você já vê clique e lead. A gente fecha o elo que falta: qual canal traz não só lead, mas o cliente que fatura. Custo por lead e custo por cliente, lado a lado, por canal.
Os números todo dia de manhã, a leitura sênior do que aconteceu toda semana, e uma reunião por mês pra discutir resultado e cravar o próximo passo. Você nunca passa um mês no escuro.
Tempo dedicado a conectar o que hoje está solto, o CRM em primeiro lugar, pra destravar a atribuição por canal que falta. A fundação que faz o resto valer.
Otimizar Google e LinkedIn no que já converte, e explorar novos canais e formatos com método, testando onde houver retorno. Cada frente medida pelo lead que traz.
* A integração depende de acessos liberados e de um CRM funcional. Nosso papel é integrar os dados e dar suporte consultivo, não configurar ou corrigir o CRM.